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Contato Bruno Motta (31)9114-3574
Quando em SP, o humorista usa o (11) 9148-3193.
Você já viu ele... na Globo.... Altas Horas Zorra
Total no SBT.... Hebe Ratinho na
Record..... Show do Tom Note Anote na
MTV..... Buzzina com
Cazé RedeTV!.... Superpop A Casa é
Sua na Band..... Sabadaço Dia a Dia Melhor
da Tarde Jovem Pan..... PÂNICO!
brunomotta @gmail.com
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BRUNO MOTTA é ator, escreve comédias e é
humorista stand up. Quando necessário, será apresentador de
televisão e galã de novela. Mas sempre haverá tempo para
contar suas aventuras aqui. | |
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O Stand Up
Comedy
Um gênero cada vez mais em voga, a
comédia Stand-Up privilegia o humorista de
cara limpa, munido apenas de microfone e o
pedestal. O repertório não consiste das conhecidas
"piadas" encontradas em livros e revistas, e sim
de observações do humorista do mundo à sua volta,
do cotidiano, da atualidade. Não requer a
estrutura de "casos", e sim de tópicos, buscando a
risada complacente da platéia de acordo com seu
raciocínio. (Claro, não existe "manual", nem
"regra certa", não há um "ministério da comédia
stand up" que proíba esta ou aquela maneira de
fazer). Uma das principais características, e
também um dos atrativos da comédia stand up é
propor justamente esse trabalho de criação de
material original por parte do comediante. A piada
existe, mas na descoberta do próprio cotidiano (em
uma infinidade de temas), afinal, todo tipo de
humor busca uma boa gargalhada.
Segundo a Folha de São Paulo (em 15/12/03):
“A Cena Teatral abraça Comédia Stand-Up –
Gênero com único ator no palco cresce ao encontrar
formato no Brasil. O comediante adepto da
stand-up comedy encontra cada vez
mais espaço na cena brasileira.” Ou seja, o
gênero chegou pra ficar. Estão os exemplos de
Jerry Seinfeld, cujo show de TV teve o
intervalo mais caro da história, e a
longevidade da carreira de astros como Jô
Soares, que ainda demonstra o estilo na
abertura de seus programas. Também podemos
destacar o exemplo de Dave Leterman e Jay Leno, em
seus talks shows, Chris Rock, Ellen DeGeneres, e
até astros como Steve Martin ou Robin Willians
começaram suas carreiras fazendo comédia stand up.
E porquê a comédia stand up vem ganhando
este espaço? Não há uma resposta correta, mas
podemos observar que chega um momento em todo
ciclo que se busca pelo novo. E esse é um estilo
que respira novidade, em contrapartida à velha
escola de comédia que já se apresenta meio
“cansada” na televisão. Não há nada mais engraçado
que o cotidiano e as neuroses urbanas elevadas num
grau máximo de bom humor.
(Particularmente, acho melhor levar à
platéia a gargalhada simplesmente
exercitando sua inteligência. Quando afirmo
que "não há nada mais engraçado que o cotidiano",
que o estilo me atrai e me faz rir, é porque me
surpreende, não apresentando um formato ou texto
conhecidos. Ainda pessoalmente, acredito que "toda
forma de humor vale a pena": cenas, paródias,
personagens, piadas. O que importa é a cena bem
escrita, a paródia planejada, o personagem bem
criado, a piada bem contada, e mesmo cada estilo
vai encontrar uma parcela do público que o aprecia
e outra que não goste tanto. Não devemos confundir
o que nós não preferimos com o que é "ruim" ou
"não é engraçado", só porque não gostamos. O
mestre Chico Anysio lembra sempre: "não existe
piada ruim, existe piada sem graça", sendo ele
mesmo dono de engraçadíssimas histórias em stand
up, autor de várias paródias, criador de centenas
de personagens geniais e um exímio contador de
piadas.)
Cláudio Torres Gonzaga,
experiente redator de humor na TV (entre outros, trabalhou em Chico Total e A Grande Família), elaborou um
pequeno conjunto de regras quando criou o espetáculo
"Comédia em Pé
", no Rio de Janeiro. Cabe aqui lembrar o manifesto,
ressaltando-se, porém, que não há um "manual", e
que há formas de se abrir uma exceção. Mas para
quebrar regras, é preciso dominá-las:
1 – O comediante só pode se apresentar sozinho. Jamais em dupla ou grupo.
2 – Só é permitido se apresentar com texto próprio. Não pode usar piadas que já caíram em uso popular ou foram recebidas pela Internet. Muito menos usar aquele truque muquirana de contar a anedota como se o fato tivesse acontecido de verdade, tipo “eu tenho um tio português...
3 - Não pode fazer personagem. Também não vale transformar a si mesmo em personagem ou usar figurinos engraçados. Use roupas que você usaria normalmente, no dia-a-dia.
4 – Evitar contar casos. O material deve ser preferencialmente de tópicos de observação.
5 – Deixar bem clara a persona de cada um. Não tente fingir ser quem você não é. Seja você mesmo, sempre. Se você é mau humorado, seja assim no palco, por exemplo. E se em determinado dia você estiver de saco cheio, assuma; se estiver eufórico, idem; assuma o seu estado diante da platéia. Aliás, é importante também tentar trazer sua rotina pro mais perto de você o possível. Se o comediante for judeu, em algum momento fale de judeus, se for gay, fale sobre gays se for nerd, fale sobre ser nerds,etc.
6 – Não é permitido o uso de trilha sonora ou qualquer tipo de sonoplastia.
7 – Não é permitido fazer nenhuma marcação de luz. Use apenas a iluminação básica do palco.
8 – Não é permitido o uso de cenografia ou adereço.
9 – Os comediantes podem e devem testar material novo diante da platéia. Vale desde improvisar tendo apenas o tópico em mente até ler as piadas, caso elas não estejam decoradas ainda.
10 – Não forçar a barra. Se você tem apenas cinco minutos de material, faça uma apresentação de cinco minutos e saia. Tudo bem. Não enrole. As apresentações, aliás, serão sempre de 5, 10 ou 15 minutos.
E quem sou eu para desferir
tantas outras observações sobre o gênero?
"Bruno Motta é um dos principais
humoristas stand-up do Brasil" - pelo menos é
o que dizem os jornais, a TV, a crítica em geral:
“humorista destacadíssimo (...) um dos
maiores do Brasil” (Jornal Hoje em Dia,
27/01/2004), “Apesar da pouca idade (...)
um humorista experiente.”. (Estadão,
25/09/03). “Bruno não faz personagens nem
imitações, só shows com um microfone: o estilo
é conhecido como stand up comedy” (Jornal
da Tarde, 25/09/03).
Além disso, sou o recordista mundial do
humor (foram 2131 piadas contadas durante a
maratona do recorde). Gosto desse estilo diferente
de fazer comédia, brincando com algo que se torna
minha marca registrada: o humor de mídia,
uma crítica a atualidade e seus modismos
televisivos.
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DURAÇÃO Entre 50 e 70 min.
(depende do comprador)
NECESSIDADES TÉCNICAS Microfone
sem fio, pedestal ajustável, equipamento de som.
Iluminação adequada e telão com projetor de vídeo
(DVD ou VHS)
NECESSIDADES
OPERACIONAIS Transporte, alimentação e
hospedagem para o humorista e mais 1 pessoa
VALOR O valor do investimento
para ter o artista no seu evento depende de
agenda, localização, duração do show e da
quantidade de espectadores. Envie um email com
estes dados para que esta infomação seja adequada.
Faça como a Riachuelo, Perdigão, Wickbold,
Credicard, Circuito Cultural Banco do
Brasil, Bradesco Seguros, no Porcão
Rio; Localiza Rent a Car, Porcão
BH, Right Saad Filipelli, Equipex, Center
Formula, City e Euro Farma... e contrate
Bruno Motta para o evento da sua empresa.
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